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quinta-feira, 6 de março de 2014


50 anos do Golpe de Estado no Brasil

O Coletivo Memória, Verdade e Justiça João Batista Rita e UNESC organizam evento 50 anos do Golpe de Estado de 64.

    O Coletivo Memória,Verdade e Justiça João Batista Rita, os cursos de Direito, Geografia, História, Economia, Artes Visuais, Secretariado Executivo, os programas de pós-graduação em Educação e em Desenvolvimento Sócioeconômico da Unesc e sindicatos de trabalhadores promovem nos dias 10, 11 e 12 de março de 2014, o evento 50 anos do Golpe de Estado de 64. O evento acontece no auditório Ruy Hulse e miniauditório do bloco P, na Unesc, e é aberto ao público.
    Para a noite de abertura, estão confirmados João Pedro Stédile, presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), e João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart. Mesas redondas temáticas, que falam da relação da ditadura com movimentos sociais, estudantis e sindicais, das mulheres e jovens, e sobre a participarão dos EUA no Golpe permearão os três dias de evento.
O objetivo deste evento é para que nunca se esqueça e para nunca mais aconteça este período da história recente do nosso país. Foram muitas experiências, sofrimentos, conflitos de classes que marcaram nosso povo e nosso tempo”, explica Marlene Soccas, ex-presa política e uma das coordenadoras do Coletivo.
    Na programação ainda estão agendadas mostra de filmes, exposição de pôsteres com fotos da ditadura, lançamento de livros e programação artístico-cultural.

Programação completa em: http://www.unesc.net/portal/capa/index/432 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Coletivo João Batista Rita é destaque na imprensa de Criciúma

No mês que completa um ano de atividades o Coletivo Memória, Verdade e Justiça João Batista Rita foi destaque no Portal Engeplus, e no Portal Satc, ambos de Criciúma. Confira o texto:



Coletivo Memória, Verdade e Justiça completa um ano de atividades

“A memória é patrimônio público, conscientizar as crianças e os jovens é essencial para preservá-la”, exalta o professor Sergio Uliano, um dos coordenadores do Coletivo Memória, Verdade e Justiça João Batista Rita, de Criciúma, que nesta semana completa um ano de atividades. Formado por militantes, ex-presos políticos, professoras universitárias e acadêmicos, o grupo atua na busca de documentos e fatos do período militar na cidade, colaborando com as Comissões Estadual e Nacional da Verdade. Uliano e Marlene Soccas, uma das fundadoras do Coletivo, vão até escolas e universidades e proferem palestras sobre o assunto. Marlene, que foi presa e torturada em 1970 quando era estudante, relata o que passou nas mãos dos militares.
Uma das conquistas do grupo foi a aprovação na Câmara de Vereadores de Criciúma por iniciativa do vereador Dr. Mello, do PT, da Lei 6.274, que cria e marca os pontos de memória no município. A frase “este local foi usado como presídio político durante a ditadura militar” estará em três locais na cidade: Fundação Cultural de Criciúma, Estádio Heriberto Hülse e Colégio Lapagesse.

O grupo também conquistou a aprovação na Plenária da Conferência Municipal de Cultura da “Política de Preservação da Memória no município”, tornando-se assim uma política oficial. Todas as investigações, entrevistas e documentos que são coletados pelos participantes serão reunidos em um dossiê que será entregue à Comissão Nacional da Verdade, que tem o balanço final das investigações previsto para maio de 2014.

Evento de 50 anos do Golpe 

 Em março de 2014, nos dias 10, 11 e 12, será organizado pelo grupo um evento de repúdio aos 50 anos do Golpe Civil Militar. Palestras, mesas redondas e debates a cerca do tema farão parte do evento. João Vicente Goulart, filho do ex-presidente Jango, e João Pedro Stédile, presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), já confirmaram presença no evento.

As matérias também estão disponíveis em: 
http://www.engeplus.com.br/0,,65414,CetivMemia-Verdade-e-Justica-cpleta-um-ande-atividades.html

http://www.portalsatc.com/site/interna.php?i_conteudo=15248

 

quarta-feira, 3 de abril de 2013



Em Criciúma, o Estádio Heriberto Hülse, o Centro Cultura Jorge Zanatta e o  Colégio Lapagesse serviram de prisão.

Jornal da Manhã, Criciúma, 30 de março de 2013. p. 7.


Neste 1 de abril faz 49 anos do golpe, que deixou muitos presos, sequestrados, torturados e mortos em todo o Brasil.

Jornal Diário de Notícias, Criciúma, 30 e 31 de março de 2013. pg. 7.


Quem viveu aqueles dias não esquece, e a cada dia 1º de abril retoma em sua memória os anos sofridos que se passaram a partir do primeiro dia de abril de 1964. Muitos foram os motivos justificados para que o Golpe de Estado ocorresse. Duas tentativas já haviam sido frustradas, uma em 1955, com o presidente Juscelino Kubitschek e João Goulart, em 1961. Porém o principal motivo, até hoje justificado, era para impedir a instalação de um governo totalitário comunista no país.

Portal Clicatribuna, Criciúma,  1 de abril de 2013.