quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Coletivo João Batista Rita é destaque na imprensa de Criciúma

No mês que completa um ano de atividades o Coletivo Memória, Verdade e Justiça João Batista Rita foi destaque no Portal Engeplus, e no Portal Satc, ambos de Criciúma. Confira o texto:



Coletivo Memória, Verdade e Justiça completa um ano de atividades

“A memória é patrimônio público, conscientizar as crianças e os jovens é essencial para preservá-la”, exalta o professor Sergio Uliano, um dos coordenadores do Coletivo Memória, Verdade e Justiça João Batista Rita, de Criciúma, que nesta semana completa um ano de atividades. Formado por militantes, ex-presos políticos, professoras universitárias e acadêmicos, o grupo atua na busca de documentos e fatos do período militar na cidade, colaborando com as Comissões Estadual e Nacional da Verdade. Uliano e Marlene Soccas, uma das fundadoras do Coletivo, vão até escolas e universidades e proferem palestras sobre o assunto. Marlene, que foi presa e torturada em 1970 quando era estudante, relata o que passou nas mãos dos militares.
Uma das conquistas do grupo foi a aprovação na Câmara de Vereadores de Criciúma por iniciativa do vereador Dr. Mello, do PT, da Lei 6.274, que cria e marca os pontos de memória no município. A frase “este local foi usado como presídio político durante a ditadura militar” estará em três locais na cidade: Fundação Cultural de Criciúma, Estádio Heriberto Hülse e Colégio Lapagesse.

O grupo também conquistou a aprovação na Plenária da Conferência Municipal de Cultura da “Política de Preservação da Memória no município”, tornando-se assim uma política oficial. Todas as investigações, entrevistas e documentos que são coletados pelos participantes serão reunidos em um dossiê que será entregue à Comissão Nacional da Verdade, que tem o balanço final das investigações previsto para maio de 2014.

Evento de 50 anos do Golpe 

 Em março de 2014, nos dias 10, 11 e 12, será organizado pelo grupo um evento de repúdio aos 50 anos do Golpe Civil Militar. Palestras, mesas redondas e debates a cerca do tema farão parte do evento. João Vicente Goulart, filho do ex-presidente Jango, e João Pedro Stédile, presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), já confirmaram presença no evento.

As matérias também estão disponíveis em: 
http://www.engeplus.com.br/0,,65414,CetivMemia-Verdade-e-Justica-cpleta-um-ande-atividades.html

http://www.portalsatc.com/site/interna.php?i_conteudo=15248

 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Coletivo Memória, Verdade e Justiça comemora:

Câmara Municipal aprova lei que dispõe sobre a identificação dos locais públicos de memória utilizados para ações da ditadura militar em Criciúma





segunda-feira, 20 de maio de 2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013


     A instituição da Comissão Nacional da Verdade, apesar de tardia, é importante pois cria espaços de escuta e legitimidade para memórias. Mas isso não ocorre de maneira efetiva, porque o Estado brasileiro não fez uma declaração pública de pedido de perdão, bem como de rechaço ao terrorismo de Estado implementado durante a ditadura. 



segunda-feira, 22 de abril de 2013



Subsídios à Comissão Nacional da Verdade 1946-1988


Documento oficial desaparecido por 45 anos revela escabrosos massacres de índios promovidos por fazendeiros e pelo poder público durante décadas


Relatório de 1968, supostamente desaparecido, relata extermínio de aldeias inteiras, envenenamentos, torturas e assassinatos praticados pelo próprio Estado.



Expedição percorreu mais de 16 mil quilômetros investigando violações de direitos humanos em 130 postos indígenas. Foram recuperadas mais de 7 mil páginas do documento.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A Comissão Nacional da Verdade conclui:


 


Uma vida marcada pela Ditadura Militar Entrevista com Marlene Soccas 




Em Criciúma, o Estádio Heriberto Hülse, o Centro Cultura Jorge Zanatta e o  Colégio Lapagesse serviram de prisão.

Jornal da Manhã, Criciúma, 30 de março de 2013. p. 7.


Neste 1 de abril faz 49 anos do golpe, que deixou muitos presos, sequestrados, torturados e mortos em todo o Brasil.

Jornal Diário de Notícias, Criciúma, 30 e 31 de março de 2013. pg. 7.


Quem viveu aqueles dias não esquece, e a cada dia 1º de abril retoma em sua memória os anos sofridos que se passaram a partir do primeiro dia de abril de 1964. Muitos foram os motivos justificados para que o Golpe de Estado ocorresse. Duas tentativas já haviam sido frustradas, uma em 1955, com o presidente Juscelino Kubitschek e João Goulart, em 1961. Porém o principal motivo, até hoje justificado, era para impedir a instalação de um governo totalitário comunista no país.

Portal Clicatribuna, Criciúma,  1 de abril de 2013.

terça-feira, 2 de abril de 2013



Documentário revela um lado obscuro do regime militar: a presença direta do poder econômico na repressão.
Para Marilena Chaui ditadura militar fez com que universidades não ofereçam formação humanista


Violência repressiva, privatização e a reforma universitária que fez uma educação voltada à fabricação de mão-de-obra, são, na opinião da filósofa Marilena Chauí, professora aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, as cicatrizes da ditadura no ensino universitário do país. Chauí relembrou as duras passagens do período e afirma não mais acreditar na escola como espaço de  formação de pensamento crítico dos cidadãos, mas sim em outras formas de agrupamento, como nos movimentos sociais, movimentos populares, ONGs e em grupos que se formam com a rede de internet e nos partidos políticos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

PLANEJAMENTO DO COLETIVO PARA 2013

SÁBADO, DIA 23 DE MARÇO FAREMOS UMA REUNIÃO DE PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DO COLETIVO PARA 2013.
LOCAL- PLENARINHO DA CÂMARA DE VEREADORES DE CRICIÚMA
HORÁRIO- 13:30 AS 16H

CONVIDAMOS TODOS E TODAS QUE TENHAM INTERESSE EM CONTRIBUIR

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Torturado quando bebê, morre vítima mais jovem da ditadura no Brasil

Carlos Alexandre Azevedo pôs fim a sua vida no sábado (16/2), aos 40 anos. Ele foi a vítima mais jovem a ser submetida à violência por parte dos agentes da ditadura militar. Tinha apenas um ano e oito meses quando foi arrancado de sua casa e torturado na sede do Dops paulista.

domingo, 17 de fevereiro de 2013


Registros revelam ligação de empresários e embaixada com o regime militar em SP 


Um conjunto de livros de registro de presenças encontrado na sede de um dos centros de repressão em São Paulo revela a estreita relação entre empresários e a embaixada americana com a ditadura militar brasileira. As anotações à mão mostram que o empresário Geraldo Rezende de Matos, que se apresentava como representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e o ex-cônsul dos Estados Unidos na capital paulista, Claris Rowley Halliwell, participavam assiduamente de reuniões com agentes da repressão.

 Tribunal argentino qualificou a Igreja como cúmplice da ditadura

 

 O tribunal argentino reconheceu hoje que a Igreja católica no país esteve implicada nos crimes da junta militar que governou a Argentina de 1976 a 1983.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Membro da Comissão da Verdade diz que waimiri-atroari foram chacinados

  O representante da Comissão Nacional  da Verdade, Gilney Viana, afirmou ontem que dois mil índios wamiri-atroari, no Amazonas, foram “chacinados” na construção da BR-174 (Manaus-Boa Vista), na década de 1970, durante o regime militar. A declaração foi dada ontem na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante a entrega do relatório do Comitê da Verdade do Amazonas, que responsabiliza o governo militar pelas mortes dos indígenas, à comissão nacional e ao Ministério Público Federal (MPF).

sábado, 24 de novembro de 2012

COLETIVO NA FEIRA DO LIVRO

Amis@s,  Companheir@s, Camaradas.
O Coletivo João Batista Rita estará na Feira do Livro, hoje o dia todo com o Ivan Seixas, nosso convidado, que traz cinco títulos de sua Editora Plena.
Ivan é também Presidente do Condepe, Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Humana.
É também Presidente do Memorial dos Ex-presos Políticos de São Paulo.
Também criador da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, na Assembléia Legislativa.
Ivan estará conversando com todos que desejarem informações sobre esses vários temas.
Quero ressaltar que, como Presidente do Condepe, ele está bem envolvido com os casos de violência que tem se desenrolado lá em São Paulo e aqui em Criciuma.
Ele diz que o PCC e a Policia são sócios que estão brigando, e que, quem paga, é a população pobre, trabalhadora.
Aguardo a visita de todos vocês, na praça, tanto para prestigiarem a vinda do Ivan, como para se informarem, baterem aquele papo tão dificil da gente encontrar no nosso cotidiano,
e comprarem livros que não se encontram nas livrarias do Brasil. Eles tratam da História recente do País, contendo denúncias das torturas, dos assassinatos, de uma importante greve de fome dos presos politicos do Tiradentes e, como não poderia deixar de ser, um belíssimo livro contendo, além de uma pequena biografia, belíssimos Poemas dedicados ao Chê, com lindas fotos dele.
Abraços a tod@s, Marlene. 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sobre Ivan Seixas

Ivan Seixas, militante do MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes) foi capturado pelo DOI-CODI/ II Exército, aos 16 anos, junto com seu pai. Foi mantido preso por quase seis anos seguidos em prisões de segurança máxima, separado dos demais companheiros, por ser considerado muito perigoso. Seu pai, o mecânico Joaquim Alencar de Seixas, que também foi capturado no mesmo dia e hora, foi assassinado depois de dois dias de torturas ininterruptas compartilhadas com Ivan. Sua família, mãe, duas irmãs, também foram presas na mesma época e local.
Atual Coordenador da Comissão da Verdade de São Paulo, membro da Comissão de Familiares de Presos Políticos Desaparecidos e membro do Núcleo de Preservação da Memória Política, que desenvolve trabalho de recuperação da Memória em nosso país.

CONVITE


CONVITE
Os membros do Coletivo Memória, Justiça e Verdade João Batista Rita   tem o prazer de convidá-los  
para participar da palestra do editor Ivan Seixas de S. Paulo. Versará sobre MEMÒRIA NACIONAL NO PERÌODO DA
DITADURA CIVIL- MILITAR.
O editor Ivan Seixas foi preso político aos dezesseis anos e viu familiares sendo torturados em sua frente. Haverá lançamento
de livros sobre o período.
 DATA- 23/11/2012- HORÁRI- 18:30H

LOCAL:  FEIRA DO LIVRO  PRAÇA NEREU RAMOS-CRICIÚMA


VENDA DE LIVROS SOBRE A DITADURA MILITAR NA FEIRA DO LIVRO DE CRICIÚMA

Durante os 10 dias de feira, o Coletivo estará expondo e vendendo vários títulos que reportam as prisões, torturas e outras experiências vivenciadas no período da Ditadura Militar brasileira.
Visitem a feira e conheçam os títulos.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

REVER  A  LEI  DE  ANISTIA
O  PASSADO  QUE  NÃO  PASSA


SERGIO  ULIANO


    Os caminhos que os povos constroem para superar realidades históricas de opressão e injustiças, podem ser os mais variados, indo da não-violência ao uso da força, e todos serão legítimos, dependendo do terreno que lhes é franqueado para caminhar.

     A Encíclica "Populorum progressio" do papa Paulo VI abre espaço para a legitimação do emprego de atos de força, ante uma situação de tirania e iniquidade.

     No Brasil a edição do Ato Instituciona nº 5, em 1968, interditou o espaço de participação democrática, instaurando o medo e as trevas e tentando transformar o país num imenso quartel a céu aberto.

     O  AI5 era um conjunto de normas ditatoriais que estava acima da Constituição e fora dela; assim, não podia ser apreciado pelo Poder Judiciário. Com base nele, a ditadura caçou mandatos parlamentares e implantou uma política sistemática de extermínio contra os que eram vistos como inimigos.

     O emprego da tortura a presos políticos tornou-se método planejado e sistematizado, nos DOI - CODI dos quartéis. Milhares foram as prisões, sempre seguidas de tortura. Centenas foram os mortos com ocultação de cadáveres.

     Estava caracterizada a tirania.

   Em Criciuma o sindicato de trabalhadores nas minas de carvão sofreu intervenção imediata e seus principais líderes foram presos dias após o golpe. Quem indicava os nomes dos interventores sindicais eram os maiores proprietários das minas.

     Esta prática, generalizada para o conjunto do país, concentrou ainda mais, a renda e a riqueza em mãos de poucos.

     Estava caracterizada a iniquidade.

     Neste contexto, a luta armada contra a ditadura ganhou legitimidade, embora, como sabemos, estivesse estratégicamente errada.

                                                      CONCLUINDO



     A construção e preservação da memória de um povo-nação, com passado compartilhado e sonhos do porvir exige esclarecimento e reparação dos crimes de lesa-humanidade. Assim, a revisão da Lei de Anistia, por meios civilizados, deve tornar-se uma vontade coletiva.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

ONDE FOI QUE VOCÊS ENTERRARAM NOSSOS MORTOS?
lIVRO GRATUITO


Não esquecemos! Por Memória, Verdade e Justiça! 
Chega de impunidade!

MAIS UM TORTURADOR É ESCULACHADO EM SÃO PAULO


Fotos de Homero César Machado, torturador e assassino da Ditadura
Frente de Esculacho Popular pede condenação do torturador Homero César Machado
FAMÍLIA DE JANGO MOVE AÇÃO CONTRA ESTADOS UNIDOS


Justiça brasileira tenta evitar que Washington responda judicialmente pela “reparação civil” dos danos decorrentes do golpe de 1964.


DOCUMENTOS DA DITADURA E DA RESISTÊNCIA


Documentos da ditadura e da resistência: um espaço com documentos produzidos pela ditadura civil-militar
e também pelas organizações que resistiram à tirania implantada no Brasil.


- RELATÓRIO DO EXÉRCITO SOBRE QUEDA DE APARELHO DO COLINA EM NITERÓI
- AÇAO DA ALN EM COPACABANA 31 DE JULHO DE 1971
- DOCUMENTO DO EXÉRCITO REVELA NOMES DE DELATORES NO MEIO ARTÍSTICO
- A FACE HOMOFÓBICA DA DITADURA CONDENOU “MORTE EM VENEZA”, FILME DE VISCONTI
- PERSEGUIÇAO AOS BISPOS E PADRES PROGRESSISTAS EM MINAS GERAIS

- MÉDICO FOI PERSEGUIDO PELA DITADURA POR DENUNCIAR TORTURAS AOS PRESOS DA ILHA GRANDE


Acesso -   DOCUMENTOS DA DITADURA E DA RESISTÊNCIA  

Histórias pouco conhecidas: os evangélicos e a ditadura militar no Brasil

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Camarada Amadeu, presente


Amadeu Hercílio da Luz nasceu em 24 de julho de 1933, na cidade de Blumenau/SC. Diferente da trajetória política de seu avô, Hercílio Pedro da Luz (Ex-Governador do Estado de Santa Catarina), fiel servidor da elite catarinense, apesar de ter origem de uma família tradicional, Amadeu Hercílio da Luz ficou conhecido em Criciúma, Santa Catarina e em todo o Brasil, por se colocar no lado da classe trabalhadora e por se afirmar como comunista: um marxista convicto.
     Com a morte de seu pai quando tinha 1 (um) ano de idade, Amadeu passou a ser criado pelo seu cunhado, Josil Palmero da Costa, militar das Forças Armadas, coronel do exercito e militante do PCB, que havia sido destacado para Blumenau para combater um grande núcleo Nazi-fascista.
     Do período de 1952 até 1954, Amadeu viveu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, onde militou no PCB e conheceu figuras ilustres como Oscar Niemeyer, Nelson Werneck Sodré, João Saldanha e Luis Carlos Prestes, dentro outros.
     No ano de 1954, mais precisamente no dia da morte de Getulio Vargas, Amadeu chegou na cidade de Criciúma/SC para ficar e se tornar cidadão criciumense. A missão de Amadeu, especialista em agitação e propaganda, era dar assistência ao PCB e organizar a classe trabalhadora politicamente e por meio dos sindicatos para o enfrentamento com a elite local. Com um automóvel “Jipe” e passando pelos bairros, Amadeu e seus camaradas conseguiam reunir na praça desta cidade mais de 3 (três) mil mineiros, fazendo os coronéis do carvão tremerem.
     Com o golpe de 1964, veio a sua primeira prisão, simplesmente pelo fato de ser contra o golpe. A sua segunda prisão aconteceu quando da inauguração da BR 101 pelo General Médici, sendo seqüestrado por militares (na denominada operação Barriga Verde, que buscou eliminar fisicamente os comunistas catarinenses) e levado para São Paulo, onde foi torturado física e psicologicamente nos porões da ditadura.
     Amadeu suportou a prisão por mais de quatro anos, sendo libertado somente no final da década de 1970. Com a legalidade do PCB em 1985, ele foi o primeiro comunista criciumense a assumir as atividades revolucionárias do partido. Contribuiu decisivamente na manutenção do PCB em Santa Catarina após o racha com os liquidacionistas que fundaram em 1992 o famigerado PPS.
     Com mais de 50 anos de militância comunista Amadeu Hercílio da Luz ainda teve forças para cumprir a tarefa de ser o candidato a Governador pelo PCB nas eleições de 2010. Mesmo debilitado fisicamente, ele cumpriu a tarefa, ajudando a recolocar o PCB no cenário político estadual, e contribuindo de forma decisiva na reconstrução revolucionária do Partidão. Desta forma, Amadeu entrou definitivamente para a história ao ser o primeiro candidato comunista a eleições para governador em Santa Catarina.
     No ano passado, Amadeu recebeu a Medalha Dinarco Reis pela sua inestimável contribuição na construção do Partido Comunista Brasileiro e pela sua vida marcada pela militância revolucionária.
Na madrugada do dia 25 de setembro de 2012, este coração comunista deixou de bater. Amadeu faleceu aos 79 anos e as últimas homenagens recebidas certamente o deixariam muito orgulhoso. Os camaradas e companheiros se despediram do Velho, como era carinhosamente chamado, cantando a Internacional. 
     Amadeu despediu-se da forma como gostaria. Ao lado dos seus camaradas e familiares, coberto pela bandeira do PCB e deixando um legado inestimável para todos os comunistas. 
     Amadeu sempre manteve-se firme na defesa dos ideias comunistas. Nunca trocou de lado. E morreu afirmando que o capitalismo não cairá de podre, e que o resultado da sua superação, por uma sociedade justa, fraterna e igualitária, a sociedade comunista, será fruto da luta e da organização da classe trabalhadora.
                                                                                                                
Camarada Amadeu: Presente!

Emoção marca despedida de Amadeu da Luz

domingo, 2 de setembro de 2012


A todos que gostariam de participar das reuniões do Coletivo Memória, Justiça e Verdade: João Batista Rita, que acontece quinzenalmente aos sábados na Casa da Cultura, Praça Dr. Nereu Ramos ás 10hs ás 12h, segue a baixo o cronograma das reuniões.


Mês
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro

01
20
03
01

15
27
17
15

29